
NOTAS SOBRE A SUBESTIMAÇÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA
A subestimação das populações imigrantes nos Censos dos Estados Unidos (Decennial Census) e no American Community Survey (ACS) é um tema recorrente na literatura acadêmica, nos relatórios técnicos do U.S. Census Bureau e nas análises de organizações de defesa de direitos dos imigrantes.
Os argumentos podem ser agrupados em fatores estruturais, fatores metodológicos e fatores sociopolíticos:
1. Fatores Estruturais
Estes decorrem das próprias características socioeconômicas, geográficas e culturais das comunidades imigrantes:
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Alta mobilidade residencial: Imigrantes — especialmente os recém-chegados ou com status migratório instável — tendem a mudar de endereço com frequência, dificultando sua localização pelos recenseadores e reduzindo a probabilidade de inclusão nas listas de endereços atualizadas.
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Concentração em moradias superlotadas ou não convencionais: Famílias ou grupos de imigrantes muitas vezes compartilham residências, vivem em porões, garagens convertidas ou habitações informais, que podem não constar no Master Address File (MAF) do Census Bureau.
Barreiras linguísticas e culturais: Limitações no inglês e a ausência de materiais adequados em línguas maternas podem levar a não compreensão das perguntas, baixa confiança no processo e não participação.
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Papers:
USA – The Politization of the Statistical System by Marcio Pochmann
Rosenthal, M.D. (2000). Starving for Perfection: A Brief History of Advances and Undercounts in the U.S. Census. Government Information Quarterly, 17 (2), 193-208.
Bazuin, Joshua Theodore, and James Curtis Fraser (2013). How the ACS Gets It Wrong: The Story of the American Community Survey and a Small Inner City Neighborhood. Applied Geography 45 292-302.
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